Suprimentos
Suplos no Contech Recife: Beatriz Lins e a nova cadeia de suprimentos da construção
Beatriz Lins, CRO da Suplos, foi palestrante no Contech Recife. Veja os destaques sobre construtech, gestão de suprimentos e o avanço da tecnologia no canteiro nordestino.

Suplos

A transformação digital da construção não acontece só no eixo Rio–São Paulo. Foi para reforçar isso que a Suplos marcou presença no Contech Recife, um dos encontros que aproxima construtechs, construtoras e o ecossistema de inovação do Nordeste.
Representando a Suplos, nossa CRO Beatriz Lins subiu ao palco como palestrante — levando a experiência de quem acompanha, de perto, a adoção de tecnologia por construtoras de todo o país.
O recado de Beatriz para o setor
O Nordeste vive um ciclo forte de obras, e com ele cresce a pressão por eficiência. A fala de Beatriz partiu de uma constatação simples: não adianta acelerar a produção da obra e deixar o suprimento para trás. O gargalo, cada vez mais, está na operação — no material que falta, no que sobra e no que se perde entre o recebimento e o consumo.
Alguns pontos que Beatriz destacou:
Tecnologia de obra precisa funcionar para quem está no canteiro. Não é o diretor que dá baixa no material — é o almoxarife, muitas vezes sem sinal de internet. Ferramenta boa é a que funciona offline e cabe no bolso de quem opera.
Adoção é cultura, não só software. A digitalização do almoxarifado avança quando o time entende o "porquê", não quando recebe mais uma imposição de cima para baixo.
Suprimentos bem gerido protege margem. Em um cenário de custos elevados, cada ponto percentual de desperdício evitado é resultado direto.
Levar essa mensagem ao Contech Recife faz parte de um compromisso da Suplos: estar onde a construção brasileira está inovando — e isso inclui, com força, o Nordeste.
Leia também: Ruptura de Estoque em Obra: causas, custos e como evitar e Como Organizar o Almoxarifado de Obra: 12 boas práticas.
Sua construtora quer digitalizar a gestão de suprimentos? Agende uma conversa com a Suplos.
A transformação digital da construção não acontece só no eixo Rio–São Paulo. Foi para reforçar isso que a Suplos marcou presença no Contech Recife, um dos encontros que aproxima construtechs, construtoras e o ecossistema de inovação do Nordeste.
Representando a Suplos, nossa CRO Beatriz Lins subiu ao palco como palestrante — levando a experiência de quem acompanha, de perto, a adoção de tecnologia por construtoras de todo o país.
O recado de Beatriz para o setor
O Nordeste vive um ciclo forte de obras, e com ele cresce a pressão por eficiência. A fala de Beatriz partiu de uma constatação simples: não adianta acelerar a produção da obra e deixar o suprimento para trás. O gargalo, cada vez mais, está na operação — no material que falta, no que sobra e no que se perde entre o recebimento e o consumo.
Alguns pontos que Beatriz destacou:
Tecnologia de obra precisa funcionar para quem está no canteiro. Não é o diretor que dá baixa no material — é o almoxarife, muitas vezes sem sinal de internet. Ferramenta boa é a que funciona offline e cabe no bolso de quem opera.
Adoção é cultura, não só software. A digitalização do almoxarifado avança quando o time entende o "porquê", não quando recebe mais uma imposição de cima para baixo.
Suprimentos bem gerido protege margem. Em um cenário de custos elevados, cada ponto percentual de desperdício evitado é resultado direto.
Levar essa mensagem ao Contech Recife faz parte de um compromisso da Suplos: estar onde a construção brasileira está inovando — e isso inclui, com força, o Nordeste.
Leia também: Ruptura de Estoque em Obra: causas, custos e como evitar e Como Organizar o Almoxarifado de Obra: 12 boas práticas.
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