Tecnologia
Rio Innovation Week 2025: o futuro da gestão de suprimentos na construção civil, direto do palco da inovação
Saiba como a Suplos participou da Rio Innovation Week 2025 e como Gabriel Coltre apresentou o futuro da gestão de suprimentos na construção civil.

Suplos

Em agosto de 2025, o Píer Mauá, no Rio de Janeiro, se transformou no epicentro da inovação latino-americana durante a Rio Innovation Week (RIW), considerada o maior evento de tecnologia e inovação da América Latina. Em meio a mais de 3 mil palestrantes e dezenas de palcos simultâneos, a Suplos marcou presença com uma discussão urgente para quem constrói: como a gestão de suprimentos na construção civil vai deixar de ser um ponto cego nas obras brasileiras.
Gabriel Coltre, CEO e fundador da Suplos, subiu ao palco para apresentar sua visão sobre o futuro do setor — um futuro guiado por dados, automação e visibilidade de ponta a ponta sobre tudo o que entra e sai do canteiro de obras.

O que é a Rio Innovation Week
Realizada anualmente no Píer Mauá, a Rio Innovation Week reúne startups, grandes empresas, investidores, universidades e representantes do poder público em uma programação dedicada a discutir os rumos da tecnologia e da inovação. Em sua 5ª edição, o evento teve como fio condutor o tema "Um Olhar Através da Ética", propondo debates sobre como tecnologias como inteligência artificial, automação e biotecnologia podem — e devem — gerar impacto positivo e inclusivo para a sociedade. Foi nesse ambiente que a Suplos levou a discussão sobre inovação para dentro de um dos setores mais tradicionais e, ao mesmo tempo, mais urgentes de digitalizar: a construção civil.
As três cegueiras que travam a compra na construção
O ponto de partida da apresentação de Gabriel Coltre é uma pesquisa proprietária conduzida pela própria Suplos, que mapeou o comportamento de compras em dezenas de construtoras brasileiras e identificou um padrão recorrente: as empresas do setor operam sob o que a Suplos chama de "as 3 cegueiras da compra na construção".
Caos de catálogo — a mesma peça, material ou serviço é cadastrado de formas diferentes em cada obra, tornando quase impossível comparar preços ou consolidar volume de compra entre canteiros.
Cegueira de fornecedor — sem um histórico centralizado, as construtoras perdem a visibilidade sobre quais fornecedores realmente entregam melhor custo-benefício, prazo e qualidade.
Disparidade de preços — a falta de dados consolidados faz com que a mesma construtora pague valores muito diferentes pelo mesmo item, a depender da obra ou do comprador responsável.
Esse diagnóstico, construído a partir de dados reais de clientes, foi a base para conectar o problema de hoje com a solução de amanhã — o verdadeiro fio condutor da palestra.
O futuro da gestão de suprimentos, segundo a Suplos
Para Coltre, o futuro da gestão de suprimentos na construção civil passa por três movimentos que já estão em curso dentro da Suplos: a canonicalização de catálogos (unificar como materiais e serviços são cadastrados entre diferentes obras e construtoras), a inteligência de preços e fornecedores (usar dados agregados e anonimizados para benchmarking de mercado) e a automação de processos operacionais — desde requisições até integrações com ERP — que hoje ainda consomem horas de trabalho manual em almoxarifados e departamentos de compras.
Essa visão está diretamente ligada ao que a Suplos vem construindo internamente com a iniciativa Supply IA, um projeto de inteligência de dados cross-tenant que cruza informações de dezenas de clientes para gerar benchmarks de preço e catálogos padronizados — tecnologia que começa a sair do laboratório para o canteiro de obras.
Por que isso importa agora para as construtoras
A construção civil segue como um dos setores mais afetados por ineficiência na cadeia de suprimentos: orçamentos estourados, obras paradas por falta de material e margens corroídas por compras mal planejadas ainda são regra, não exceção. Levar esse debate para um palco como o da Rio Innovation Week — ao lado de discussões sobre inteligência artificial, cidades do futuro e sustentabilidade — reforça um ponto central para a Suplos: a transformação digital da construção não é mais opcional, e ela começa exatamente onde menos se olha, no almoxarifado e no departamento de compras.
Suplos: inovação que sai do papel
A participação na Rio Innovation Week 2025 se soma a outros palcos recentes em que a Suplos vem levando essa discussão, como o Construsummit, reforçando o posicionamento da empresa como referência em inovação para gestão de suprimentos, estoque e compras na construção civil.
Quer entender como a Suplos pode trazer essa mesma inteligência de dados para a sua operação?
Em agosto de 2025, o Píer Mauá, no Rio de Janeiro, se transformou no epicentro da inovação latino-americana durante a Rio Innovation Week (RIW), considerada o maior evento de tecnologia e inovação da América Latina. Em meio a mais de 3 mil palestrantes e dezenas de palcos simultâneos, a Suplos marcou presença com uma discussão urgente para quem constrói: como a gestão de suprimentos na construção civil vai deixar de ser um ponto cego nas obras brasileiras.
Gabriel Coltre, CEO e fundador da Suplos, subiu ao palco para apresentar sua visão sobre o futuro do setor — um futuro guiado por dados, automação e visibilidade de ponta a ponta sobre tudo o que entra e sai do canteiro de obras.

O que é a Rio Innovation Week
Realizada anualmente no Píer Mauá, a Rio Innovation Week reúne startups, grandes empresas, investidores, universidades e representantes do poder público em uma programação dedicada a discutir os rumos da tecnologia e da inovação. Em sua 5ª edição, o evento teve como fio condutor o tema "Um Olhar Através da Ética", propondo debates sobre como tecnologias como inteligência artificial, automação e biotecnologia podem — e devem — gerar impacto positivo e inclusivo para a sociedade. Foi nesse ambiente que a Suplos levou a discussão sobre inovação para dentro de um dos setores mais tradicionais e, ao mesmo tempo, mais urgentes de digitalizar: a construção civil.
As três cegueiras que travam a compra na construção
O ponto de partida da apresentação de Gabriel Coltre é uma pesquisa proprietária conduzida pela própria Suplos, que mapeou o comportamento de compras em dezenas de construtoras brasileiras e identificou um padrão recorrente: as empresas do setor operam sob o que a Suplos chama de "as 3 cegueiras da compra na construção".
Caos de catálogo — a mesma peça, material ou serviço é cadastrado de formas diferentes em cada obra, tornando quase impossível comparar preços ou consolidar volume de compra entre canteiros.
Cegueira de fornecedor — sem um histórico centralizado, as construtoras perdem a visibilidade sobre quais fornecedores realmente entregam melhor custo-benefício, prazo e qualidade.
Disparidade de preços — a falta de dados consolidados faz com que a mesma construtora pague valores muito diferentes pelo mesmo item, a depender da obra ou do comprador responsável.
Esse diagnóstico, construído a partir de dados reais de clientes, foi a base para conectar o problema de hoje com a solução de amanhã — o verdadeiro fio condutor da palestra.
O futuro da gestão de suprimentos, segundo a Suplos
Para Coltre, o futuro da gestão de suprimentos na construção civil passa por três movimentos que já estão em curso dentro da Suplos: a canonicalização de catálogos (unificar como materiais e serviços são cadastrados entre diferentes obras e construtoras), a inteligência de preços e fornecedores (usar dados agregados e anonimizados para benchmarking de mercado) e a automação de processos operacionais — desde requisições até integrações com ERP — que hoje ainda consomem horas de trabalho manual em almoxarifados e departamentos de compras.
Essa visão está diretamente ligada ao que a Suplos vem construindo internamente com a iniciativa Supply IA, um projeto de inteligência de dados cross-tenant que cruza informações de dezenas de clientes para gerar benchmarks de preço e catálogos padronizados — tecnologia que começa a sair do laboratório para o canteiro de obras.
Por que isso importa agora para as construtoras
A construção civil segue como um dos setores mais afetados por ineficiência na cadeia de suprimentos: orçamentos estourados, obras paradas por falta de material e margens corroídas por compras mal planejadas ainda são regra, não exceção. Levar esse debate para um palco como o da Rio Innovation Week — ao lado de discussões sobre inteligência artificial, cidades do futuro e sustentabilidade — reforça um ponto central para a Suplos: a transformação digital da construção não é mais opcional, e ela começa exatamente onde menos se olha, no almoxarifado e no departamento de compras.
Suplos: inovação que sai do papel
A participação na Rio Innovation Week 2025 se soma a outros palcos recentes em que a Suplos vem levando essa discussão, como o Construsummit, reforçando o posicionamento da empresa como referência em inovação para gestão de suprimentos, estoque e compras na construção civil.
Quer entender como a Suplos pode trazer essa mesma inteligência de dados para a sua operação?
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